Friday on the Rock

Se as segundas temos os Monday Animators para começarmos bem a semana, o Friday on the Rock é para sair do trampo já no pique do final de semana.

Faço das palavras de Jimmy Matanza as minhas:

Matanza – O Chamado do Bar

Hellacopters – Toys and Flavors

Wolfmother – Woman/Love Train

Gamma Ray – Rebellion in Dreamland

Onslaught – Destroyer Of Worlds

Exodus – Bonded By Blood

Kreator – From Flood Into Fire

Megadeth – Whose Life (Is It Anyways?)

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Dia mundial do ROCK – 2011

No dia mundial do Rock, pensei em fazer uma homenagem a esse grande estilo, não apenas musical, mas também de vida. Estilo que mudou a música e a vida de vários milhões de pessoas.

Me lembro de quando criança, apesar da pouca idade (e falta de personalidade musical rs) já tinha contato com o rock ‘n roll. Mesmo não entendendo bem do que se tratava, já tinha simpatia pelo Kiss que tinha a lenda de que matavam pintinhos pisoteados no palco, com o clip de Epic do Faith no More passando no finado Clip Trip da TV Gazeta, Guns ‘n Roses  e Lobão tomando vaias no Rock in Rio, do Hollywood (“Hollybomba” para os íntimos rs) com seus comerciais e o Hollywood Rock.

Mas fui realmente envolvido pela magia do rock com o clássico Rock ‘n Roll Racing. Ouvir Highway Star e Paranoid me fizeram dar atenção pra musica de um modo que isso influenciou muito em minha vida. Não só no meu estilo de vida mas também em meus círculos de amizade. Conheci muita gente e lugares bacanas, fui a vários shows ( que eu contei até agora foram 36, deverá ser 38 com o Judas e o Whitesnake em setembro \m/) que me divertiram muito. Algumas semanas atrás estava na casa do meu primo e passamos uma tarde conversando e bebendo junto com o cunhado dele, num papo muito animado sobre nossos gostos e amores pelo rock.

Infelizmente tem pessoas que se dizem do rock sem ser verdade. Na minha adolescência rock ‘n roll, lembro que o negócio era ser rock ‘n roll, “roqueiro”, “headbanger”, “metaleiro”, ir nos shows e fazer isso:

rock'n xota!

Metal e "muié" porra!

A galera toda de preto, bebendo, conversando, gritando o nome da banda de modo másculo e viril, cantando as músicas e comentando das bandas que gostam e descobrindo outras bandas por indicações de pessoas que nunca viram na vida e dificilmente verão novamente.

Ae me vem umas porras e me inventam um tal do happy rock, rock colorido e derivados viadísticos que só queimam o filme e irá fazer futuros adultos com vergonha do seu passado bichístico como isso:

Mãe, sou gay e amo coraçõeszinhos

Happy Rock de CU É ROLA!

E, agora sim, começo minha homenagem ao rock ‘n roll mostrando para essa nova geração que ainda num fala fino e diz que ama o merda do Fiuk e do Pe Lanza uma coisa: Vocês ainda tem salvação!

Clique abaixo para iniciar a aula:

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Friday on the rock – Slayer

Daigo Oliva / G1

Foto: Daigo Oliva / G1

Depois de muitos anos de espera, esse que vos escreve teve novamente a oportunidade de ir a um dos melhores shows de metal do mundo: Slayer!

A primeira (e até então ultima) vez que vi o show deles foi no saudoso Monsters of Rock de 1998, onde eles foram os headliners. Ontem (09/06/2011), 13 anos depois, pude comprovar que a banda teve uma boa evolução, mostrando nos discos e nos palcos que é uma das melhores bandas de thrash metal do mundo.

A banda de abertura foi a Korzus, mostrando um som rápido, forte, impactante e muito vigoroso, provando que foi a escolha certa para fazer o aquecimento do show principal. Infelizmente eles tiveram pouco tempo para mostrarem tudo que sabia já que a apresentação durou cerca de 30 min apenas, porém fizeram um show matador mostrando pro público que não só os gringos sabem fazer e tocar rock.

Já o Slayer dispensa muitos comentários. Tanto que no final do solo de War Ensemble, o som que saía para o público “deu pau”, ficando provavelmente apenas no retorno da banda. Quando  Tom percebeu o ocorrido e ao invés de pararem a música, ele instigou o público a terminar a música cantando com Dave Lombardo destruindo na bateria. EU achei a atitude da banda muito foda (no sentido de bom rs)! No mais, o Slayer de sempre, Kerry King tocando muito, como sempre, Gary Holt mostrando que é um substituto a altura de Jeff (apesar que EU senti falta dos solos do Jeff, não curti muito os solos que o Gary fazia), Tom cantando muito alto para poder “competir” com a plateia que cantava com todas as forças do pulmões, e Dave detonando a bateria mostrando que ele é o cara pro Slayer.

Resumindo: um show foda, mostrando como se toca Thrash Metal. Na minha opnião, os shows do Big Four teriam que ter o Slayer como headliner e não o Metallica. Mas aí é uma questão de opnião…

Kerry King detonando em São Paulo

Foto: Daigo Oliva / G1

Veja o setlist do show:

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Noiva tocando “Master of Puppets”

Isso sim que é festa de casamento. Cadê minha noiva loira, dos olhos claros, peituda e baterista? Huahuahua

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Luiz “Heavy Metal” Caldas

Nega do cabelo duro!

Que não gosta de pentear

Provavelmente quem nasceu do meio dos anos 80 para frente não deve se recordar muito desse cidadão. Para a galera que viveu os anos 80 vão se lembrar desse cidadão que fez muito sucesso.

Pois é, o tempo passou e o rapaz “se revoltou” e agora é da turma do metal!

Quem quiser ouvir mais da nova fase do novo “metaleiro” brasileiro, acesse o MySpace. Só nos resta saber até quando…